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sábado, 12 de novembro de 2016

NÃO É AMOR, É SEXO



NÃO É AMOR, É SEXO
Sinto que você está me amando,
Sua boca diz que não...
Mas seus olhos dizem sim.
Minha presença a deixa tonta;
Você treme a voz, a mão.
Não sabe fingir.
Por acaso, nos abraçamos.
Beijo foi casualmente,
E, se entregou, enfim.
Foi assim que nós ficamos.
Tudo foi naturalmente,
E, agora, quer ser dona de mim.
Um momento, uma transa,
Que surgiu eventualmente,
Foi desejo imperdível.
Você chegou cheia de manha,
Foi prazer irresistível.
Foi sexo apenas, não lamente.
Agora, vem com esse jeitinho,
Querendo compromisso,
Querendo mais que isso,
Ser dona de mim!
Desse sentimento tô fugindo.
Sou livre, soberano, sou assim.
Eu não quero obrigação.
Vivo a vida adoidado,
Curto só a emoção.
Uma noite na balada,
Madrugada no motel,
É normal que aconteça assim.
Sou boêmio, sou festeiro.
Curto sexo, viva a vida.
Mas, do amor sou forasteiro.
Cada noite, uma despedida,
Fico apenas por ficar...
jamais penso em me casar.

Prof. Osmar Fernandes
Em 27/06/2009, texto: T1669652

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